Curso 1 · 7 aulas · 50 min
Do Renascimento ao Brasil
De 1500 à Academia Imperial: a Carta de Caminha, mapas, holandeses, o Barroco mineiro e Aleijadinho.

Curso 4 de 4
A Semana de 22 e a invenção de um Brasil moderno
Fevereiro de 1922: três noites no Theatro Municipal de São Paulo. Neste curso você revive o escândalo da exposição de Anita Malfatti, a cor caipira de Tarsila, o Manifesto Antropófago, as esculturas de Brecheret e o Brasil de Portinari — entendendo o que o modernismo rompeu e o que guardou da tradição.
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O que você vai aprender
Programa
Café, escândalo e a semana que virou mito
Em fevereiro de 1922, um grupo de jovens artistas ocupou o teatro mais elegante de São Paulo para anunciar uma arte nova. Entenda quem pagou, quem vaiou, o que realmente aconteceu e o que foi lenda contada depois.
Berlim, Nova York e o artigo de Monteiro Lobato em 1917
Cinco anos antes da Semana, uma pintora paulistana de 28 anos mostrou em São Paulo quadros que ninguém sabia olhar. Um artigo de Monteiro Lobato transformou a exposição em escândalo, e o escândalo em mito fundador.
A filha do café que aprendeu cubismo para pintar o Brasil
Tarsila não estava na Semana de 1922, mas se tornou a pintora que deu cara ao modernismo. Siga seu caminho da fazenda de café às aulas de Léger em Paris e à redescoberta das cores de Minas em 1924.
Devorar a Europa para inventar o Brasil, 1928
Em 1928, um quadro de presente de aniversário e um manifesto escrito em tom de piada transformaram o canibal das gravuras europeias em programa artístico. Veja como o modernismo virou de cabeça para baixo quatro séculos de imagens coloniais.
O povo, a forma e o imigrante
Três artistas, três caminhos para o Brasil moderno: o escultor que trouxe Roma para o granito paulista, o pintor carioca da rua e do samba, e o expressionista lituano que encontrou aqui a luz e a cor.
O filho de colonos que pintou o Brasil inteiro
Filho de imigrantes italianos que colhiam café no interior paulista, Candido Portinari passou pela velha academia, sonhou com os murais do Renascimento e levou a dor e o trabalho dos brasileiros até a sede da ONU.
Fechamento da Coleção Arte Brasileira, de 1500 a hoje
A última aula da coleção olha para trás e para a frente: o que o modernismo rompeu, o que guardou da tradição que vinha do Renascimento, quem ficou de fora da história oficial e como continuar olhando a arte brasileira devagar.
Algumas obras estudadas
Caipira Picando Fumo Almeida Júnior, 1893
Bailarina Victor Brecheret, 1920
Bananas e metal Pedro Alexandrino, por volta de 1900
Retrato de Marechal Arouche Tarsila do Amaral, 1946
Monumento às Bandeiras Victor Brecheret; fotografia de Flaminio Fantini, 1936–1953
Mural do antigo edifício de O Estado de S. Paulo Di Cavalcanti; fotografia de Jcornelius, anos 1950
Civilização Mineira Candido Portinari; fotografia de Próxima Etapa, 1959
A Primeira Missa no Brasil Victor Meirelles, 1860
Coleção Arte Brasileira
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A Primeira Missa, Guararapes, Avaí e Independência ou Morte!: como se pinta uma nação.
Curso 3 · 7 aulas · 49 min
O caipira, a paisagem e a luz brasileira — o coração do acervo do ArtMuseumBrasil.
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Obras de artistas falecidos depois de 1955 ainda são protegidas por direito autoral no Brasil. Nessas aulas, descrevemos a obra com cuidado e indicamos o museu onde vê-la. Todas as outras imagens são de domínio público ou licenças livres, com créditos.